A ordem é a mesma para quem nunca pisou em Sarnaut e para quem está voltando depois de anos: criar a conta, instalar o cliente da versão 3.0, escolher um lado e sair upando. Abaixo, passo a passo e sem enrolação.
Passo 1. A conta
A conta é criada aqui mesmo, no site: precisa de login, senha e e-mail. O e-mail não é para mandar propaganda — é o único jeito de recuperar o acesso se a senha se perder, então coloque um endereço que você realmente usa.
Conta dos servidores oficiais não funciona aqui: o projeto vive por conta própria, com base de contas separada. E vale inventar uma senha nova, não a mesma que você usa em fórum e e-mail.
Passo 2. O cliente
Você precisa jogar no cliente da linha 3.0 — aquela build do Game of Gods. O cliente atual não conecta neste servidor: de lá para cá mudaram tanto os arquivos quanto o protocolo. Os links de download aparecem na página baixar o cliente quando o beta abrir.
Passo 3. O primeiro login
Você abre o launcher, ele confere os arquivos do jogo e baixa o que estiver faltando. Depois é só digitar o login e a senha daquela conta do primeiro passo — e você cai na tela de criação de personagem.
Se o launcher reclamar dos arquivos ou travar na tela de autenticação, não saia reinstalando tudo: quase sempre é detalhe — acento ou caractere especial no caminho, pasta Program Files, antivírus. Se não resolver, escreva para o suporte.
Passo 4. Facção e raça
São dois lados, e a escolha não é cosmética. Cada um tem suas terras, sua linha de história, sua capital — e sua metade do mundo no PvP.
- League — Kania, Gibberlings e Elves. Uma aliança que se sustenta no interesse em comum, não em ordem de cima: o povo de Kania, os Gibberlings navegadores e agitados, e os Elves com sua velha escola de magia.
- Empire — Xadagan, Orcs e Arisen. Um Estado em que tudo serve à guerra e à ordem, a energia mágica virou linha de produção e a morte nem sempre encerra o serviço.
A raça define a aparência, as terras iniciais, as habilidades raciais e quais classes ficam ao seu alcance. Errar aqui não é o fim do mundo: ninguém proíbe criar um segundo personagem, e dar uma olhada no outro lado você sempre consegue.
Passo 5. A classe
São nove arquétipos: Warrior, Paladin, Scout, Healer, Warden, Mage, Summoner, Psionicist e Bard. Cada raça joga só uma parte deles e chama cada um do seu jeito: o Scout dos Kanians é o Ranger; o dos Xadaganians, o Stalker; o dos Orcs, o Marauder.
Quem está começando se dá melhor com as classes corpo a corpo mais resistentes — Warrior ou Paladin: elas perdoam erro e não desabam por causa de um inimigo a mais. O Scout entrega dano rápido, mas exige cuidado. O Healer sobe de nível mais devagar, em compensação nunca falta convite para grupo. A matriz “raça × arquétipo” completa está na página de classes.
Primeiros passos em Sarnaut
Não saia correndo pelo mapa. Os primeiros níveis se apoiam na cadeia de missões da zona inicial: ela te leva de acampamento em acampamento e vai explicando a interface pelo caminho. Pegue tudo o que aparecer e entregue em lotes — assim rende mais.
O que vale fazer desde o começo:
- pegar missão com todo mundo que oferecer, até as bobinhas — em nível baixo elas dão um pedaço considerável de experiência;
- equipar tudo o que cair para a sua classe: item verde de missão quase sempre é melhor que o inicial;
- limpar a mochila — o espaço acaba mais rápido do que parece;
- puxar conversa com o pessoal no chat geral: o servidor é de todo mundo, afinal.
O teto de progressão na 3.0 é o nível 51, e o caminho até lá é parelho: não sobrou nenhum degrau em que a experiência exigida de repente dobra em relação ao nível anterior. Lá pela metade do trajeto abrem as Adventures — é assim que Allods chama as masmorras instanciadas — e o PvP. E, em algum ponto do meio da subida, começa na capital a cadeia de missões da sua própria nave astral: é aí que se abre o Astral, que costuma ser o motivo de todo mundo voltar para cá.
Do que não ter medo
Não tenha medo de perguntar: metade das gírias daqui — “upar”, “set”, “farm”, “PT” — se resolve com uma pergunta no chat. Não tenha medo de jogar sozinho: até chegar nas Adventures em grupo, a história se faz tranquilamente solo. E não tenha medo de ter “chegado tarde”: num jogo com tantos anos de estrada, personagem novo virou o normal, não a exceção.
Atualizado em: 20/08/2026