Aqui estão as dúvidas que mais aparecem — tanto antes de criar a conta quanto na primeira semana de jogo. Se a sua não estiver na lista, fale com o suporte.
O projeto e o cliente
O que muda entre a versão 3.0 e o Allods de hoje?
É o jogo parado na atualização “Episódio II. Game of Gods” (o “Jogo dos Deuses”), do fim de 2011: nove arquétipos, seis raças, teto no nível 51, o Astral dividido em camadas e setores, a Dragon Form funcionando sem precisar de ativação e a Ascensão até o status Great pelos Emblemas de Grandeza. O Allods atual foi para outro lado desde então — outro balanceamento, outra interface, outro conteúdo. Aqui tudo continua como era no Game of Gods.
Jogar aqui é grátis de verdade?
É. Entrar no jogo, ter conta e acessar o conteúdo não custa nada. Dá para apoiar o projeto se você quiser, mas é apoio mesmo — nunca pedágio de entrada.
Preciso de uma conta separada?
Precisa. O projeto vive por conta própria, tem a própria base de contas, e conta dos servidores oficiais não serve aqui. O cadastro leva um minuto: login, senha e um e-mail que você realmente acesse — é por ele que a senha volta, se você perder.
Quais são as rates e as configurações do mundo?
Os multiplicadores de experiência, drop e ouro saem separados, nas notícias e na descrição do servidor, porque mudam de tempos em tempos. Repetir esses números aqui não ajudaria ninguém: a cópia ficaria velha logo na primeira alteração.
O cliente do site oficial serve?
Não. Você precisa do cliente da linha 3.0 — o atual simplesmente não conecta. Os links de download aparecem na página baixar o cliente quando o beta aberto começar.
Jogo e personagem
Qual classe escolher para começar?
Aquela que der vontade de jogar. Mas, se a ideia é um começo tranquilo, vá de Warrior ou de Paladin: aguentam pancada, perdoam erro e não derretem quando aparece um inimigo a mais. O Scout bate rápido, só que exige cuidado; o Healer sobe mais devagar, em compensação nunca falta convite para grupo. Quem cada raça pode ser e como cada classe se chama está na tabela da página de classes.
Jogar pela League ou pelo Empire?
A diferença não está na força, e sim no clima. A League é a aliança entre Kania, os Gibberlings e os Elves: cada povo toca a própria vida e o que segura todo mundo junto é o interesse comum. O Empire — Xadagan, os Orcs e os Arisen — é um Estado de guerra e ordem, onde o pessoal vem depois do coletivo. Em poder de fogo as duas se equivalem, e cada facção alcança os nove arquétipos — só que repartidos de outro jeito entre os povos. O Warden, por exemplo, é o Druid ou o Animist na League e só o Shaman dos Orcs no Empire; o Bard existe em quatro raças, duas de cada lado.
Até que nível dá para subir?
O teto é o 51. E a subida é lisa: em 3.0 não sobrou aquele degrau em que o próximo nível de repente pede o dobro de experiência. Passado o teto, o personagem continua crescendo pelas Rubies da grade de talentos, pelo equipamento, pelo renascimento e pelo status Great.
O que é o Astral e quando ele abre?
O Astral é o vazio entre os allods, por onde navegam as naves — e, ao mesmo tempo, o principal conteúdo em grupo do jogo. A sua própria embarcação entra em cena no meio da subida de nível: a missão de apresentação fica com o Arauto da capital, e de lá te mandam para o mestre construtor de naves. A explicação detalhada das camadas, dos postos a bordo e das abordagens está na página do Astral.
O que a guilda dá?
Gente, antes de qualquer coisa: alguém para encarar as Adventures, o Astral e o PvP junto com você. Fora isso, um chat próprio, uma janela com o elenco inteiro e os cargos, e bônus que vão abrindo conforme a guilda cresce. Para entrar não precisa de muito: vontade, o “sim” de um oficial e não estar em outra guilda.
O que acontece quando o personagem morre?
Você ressuscita e volta até o lugar onde caiu — ou um aliado te levanta ali mesmo, no meio da luta. O famigerado Fear of Death, o “medo da morte” que fez os fóruns ferverem nas primeiras versões do jogo, já vinha bastante suavizado quando a 3.0 chegou: morrer custa tempo, não a sua noite. As penalidades exatas dependem das configurações do servidor e saem junto com o resto dos parâmetros do mundo.
Dá para jogar sozinho?
Até certo ponto, dá tranquilamente. As cadeias de história, a subida de nível e a maior parte das missões você resolve na solidão. Só que Astral, raids e PvP que valha o nome são coisa de grupo, então cedo ou tarde você vai acabar conhecendo alguém. Normalmente essa vira a melhor parte do jogo.
Tem Bard?
Tem. O Bard é o nono arquétipo, e quem o trouxe foi exatamente o Game of Gods: até a 3.0 o jogo tinha oito. Jogam de Bard os Kanians (Skald), os Xadaganians (Agitator), os Elves (Minstrel) e os Orcs (Balladeer); Gibberlings e Arisen não têm.
Apoio e planos
O que eu ganho apoiando o projeto?
Servidor, canais e o tempo da administração custam dinheiro, e é para isso que o apoio vai. O que fica disponível em troca está descrito na página de apoio ao projeto. Obrigatório nunca foi e não vai ser.
Vai ter wipe?
Prometer “nunca” seria desonesto: servidor privado às vezes zera a base — depois de uma falha séria ou na virada entre etapas. A regra aqui é simples: uma decisão dessas é avisada antes, nas notícias, e não depois do fato consumado. Wipe caladinho não acontece.
Requisitos de sistema
Em quais versões do Windows o jogo roda?
O cliente de 2011 se dá bem com os Windows modernos. Quando aparece problema, quase nunca é a versão do sistema: é detalhe de instalação — acento ou caractere cirílico no caminho da pasta, instalar dentro de Program Files, antivírus, falta de espaço em disco. Se nada disso resolver, escreva para o suporte colando o texto do erro.
Atualizado em: 20/08/2026